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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Pão de Banana - a apreciação.


Chegaram as duas da escola e foram as duas brindadas com uma bela fatia de pão de banana. Elas são as minhas derradeiras provadoras. Se elas não gostarem, nem vale a pena repetir. (Muitas vezes, nem vale a pena publicar!)

A L. desistiu à primeira garfada, disse logo que não gostava. Que aperto no coração. A T. cuspiu o que tinha enfiado na boa. Oh não, mas está tão bom, como não gostam elas? Dei-lhes um bocadinho de água para lhes lavar a boca do sabor e a L. pediu-me um gelado "daqueles de chocolate". Tinha-me pedido um no caminho para casa, do quiosque de rua, disse-lhe que podia comer daqueles que fiz há dias, quando chegasse a casa. Não se esqueceu, claro.



Enquanto a T. ia bebendo a sua água, eu comi a fatia da L. (Bolas, que está mesmo bom, até o pai disse o mesmo!!) A T. olha para mim. Fica vidrada na minha boca e começa a pedir-me o que estou a comer. Dei-lhe uma garfada, pediu mais. Devolvi-lhe o prato e...




... comeu a fatia e lambeu os dedos! 

Ufa, uma delas gostou, quer dizer que é bom! Se a L. não viesse com a ideia do gelado na cabeça, acredito que teria experimentado com outro entusiasmo. É motivo para experimentar mais tarde. Enquanto isso, tive que improvisar uns pãezinhos para ela levar amanhã para a escola, já que o pão de banana era o meu plano de lanche. 

E perguntam vocês: a T. pediu o pão que eu estava a comer e não pediu o gelado à irmã? Ah, que vocês já a conhecem tão bem, claro que pediu!


E pediu outra vez...
E outra vez...
E outra...
E outra...

Pão de Banana [desde os 12 meses]


O dia pela invicta está muito "tristinho". Não há sol, o céu está cinzento... mesmo, mesmo a pedir qualquer coisa que console o coração. Que se lixe o tempo, a verdade é que é o segundo dia de escola da T. e hoje não fui chamada para resgatar a pequena, o que quer dizer que está tudo a correr bem. Já liguei duas vezes (foram as que não consegui mesmo controlar). Dêem-me o desconto, foram 17 meses no integral com ela, é normal que esta adaptação ao infantário ME custe! Adiante.

Estava a precisar de qualquer coisa que me aquecesse o coração, que me mantivesse entretida e me tirasse da ideia a minha T. ali na escola feliz e contente da vida a brincar... sem mim... (está mesmo a ser difícil). Digitei no Google "Banana bread Jamie Oliver". Há muito que queria fazer um pão de banana, mas todas as receitas que vi levavam ovos. Depois, quando a T. começou a tolerar o ovo, meteu-se o calor, e um pão de banana quer-se assim num dia escuro e sem graça. Escolhi o Jamie Oliver, porque sabia que não me iria desiludir no que toca a confort-food. 

Encontrei esta receita e não resisti a dar o meu toque pessoal, para que fique bem ao meu jeito.

Pão de banana [desde os 12 meses - ou tolerância ao ovo]



1/2 chávena (cerca de 50gr) de amêndoas ou outro fruto seco a gosto (nozes, avelã, etc)
3 bananas bem maduras
1 maçã (ralada)
1/2 chávena (cerca de 120ml ou 90gr) de azeite, ou óleo de côco, ou outro óleo vegetal
2 ovos
1 chávena (cerca de 250gr) de farinha de trigo integral
2 colheres de chá de fermento para bolos
1 colher de café de canela (opcional)


Com robot de cozinha

Pré-aquecer o forno 180º.
Untar uma forma de bolo inglês, ou forrar com papel vegetal untado. Reservar.
Pulverizar a amêndoa 10seg./vel.10. Reservar.
Picar a maçã 5seg./vel.5. Numa taça, esmagar a banana grosseiramente e envolver a maçã ralada. Reservar.
No copo colocar o azeite e colocar o robot a misturar à vel.4. Juntar um ovo e deixar misturar por uns segundos, antes de misturar o segundo.
Juntar a farinha, a amêndoa picada e o fermento e misturar 30seg./vel.4, ou até ficar uniforme. 
Retirar o copo do robot e envolver o preparado de banana e maçã com a massa. 
Colocar na forma e levar ao forno por 45 minutos.


Sem robot de cozinha

Pré-aquecer o forno 180º.
Untar uma forma de bolo inglês, ou forrar com papel vegetal untado. Reservar.



Picar a amêndoa e reservar.
Numa taça, esmagar a banana grosseiramente.




Juntar a maçã ralada e envolver. Reservar.


Noutra taça, misturar o azeite com um ovo.


Quando a mistura estiver homogénea, misturar o segundo ovo.



Juntar a farinha, o fermento e a amêndoa picada, misturando bem.



Adicionar a mistura de banana e maçã, envolvendo gentilmente.



Dispor a massa na forma e levar ao forno por 45 minutos.



É divinal! Ridiculamente delicioso. Estou ansiosa por as miúdas chegarem para o provarem. Eu cá tive que me por a escrever o post, para não o comer mais. Já foram duas fatiazorras!





quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Papa de cereais e banana [desde os 6 meses]


Há dias comprei flocos de arroz e resolvi experimenta-los numa papa para a T. (a L. está difícil de converter, mas já tenho umas ideias para a convencer). 

Desta vez não juntei a fruta à cozedura dos cereais, pois a T. gosta muito da sua banana à dentada. Grande erro, a papa não ficou com um sabor tão agradável, como se tivesse sido cozida com fruta. Numa próxima vez, substituo um dos cereais por sêmola de milho, para ficar mais gostoso, ou utilizo uma fruta para cozer juntamente com os flocos. Aparentemente os flocos de arroz não são tão "docinhos" como o arroz no integral.

Papa de cereais e banana [desde os 6 meses]
(para uma porção de mais ou menos 250ml)



10gr (1 colher de sopa) de flocos de arroz (demolhados)
10gr (1 colher de sopa) de flocos de trigo (demolhados)
10gr (1 colher de sopa) de flocos de aveia (demolhados)
120ml de água
1 banana

Sem robot de cozinha

Num tacho juntar os flocos de arroz, trigo e aveia, e a água. Deixar levantar fervura, e baixar para lume brando, deixando cozer por 10 minutos com o tacho tapado. No final da cozedura, juntar a banana aos pedaços. Para bebés ainda muito pequeninos triturar com a varinha-mágica, para bebés mais crescidos é só servir.

Com robot de cozinha

No copo, colocar os flocos de arroz, trigo e aveia, e a água. Programar 12min./100º/vel.colherNo final da cozedura, juntar a banana aos pedaços. Para bebés ainda muito pequeninos triturar 30seg./vel.3,5,7, para bebés mais crescidos é só servir.


Pode-se utilizar leite materno ou leite de fórmula do bebé na confecção da papa. Neste caso deve-se reduzir um pouco na água (para 60-80ml), para ficar uma papa grossa, e ajustar a textura com a quantidade de leite que desejar.



Hora de servir à especialista gourmet.



Não é que tenha desgostado da papa, mas preferiu claramente a banana. 



Comeu quase toda. Não a condeno, porque provei e não é a minha papa de eleição (eu que me lambo com todas as papas que lhe faço). Se quiserem fazer esta papa, optem por juntar a sêmola de milho, ou usar o arroz no integral. Os flocos de trigo têm um sabor um pouco amargo e por isso há que equilibrar com sabores mais adocicados. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Papa de mistura de cereais e pêra [desde os 6 meses]



As papas de aveia são adoradas pela mais pequena cá de casa. Mas achei que podia diversificar mais, para além de mudar de fruta de papa para papa. Comprei outros cereais e comecei a experiência. Experimentei flocos de cevada e flocos de trigo e digo-vos, nenhum deles tem o sabor e a textura tão agradáveis como os de aveia. Concluí que para ser bem sucedida nesta tarefa, teria que passar pela mistura de cereais. Sabia que a sêmola de milho é doce por natureza, o que ajudaria a dar um sabor mais agradável à cevada ou ao trigo, portanto, tinha de ir por aí.

Já fiz esta mistura mais que uma vez e de todas as vezes acabei com o prato limpinho. Eu própria já provei e asseguro-vos que é uma delícia!


Papa de mistura de cereais e pêra [desde os 6 meses]
(para uma porção de aproximadamente 250ml)



1 pêra (aproximadamente 100-120gr)
10gr de flocos de aveia demolhados (1 colher de sopa bem cheia)
10gr de flocos de cevada demolhados (1 colher de sopa bem cheia)
10gr de sêmola de milho (1 colher de sopa)
120gr (ml) de água (meia chávena)


Sem robot de cozinha

Num tacho juntar os cereais, a pêra aos pedaços e a água. Deixar levantar fervura, e baixar para lume brando, deixando cozer por 10 minutos com o tacho tapado. Para bebés ainda muito pequeninos triturar com a varinha-mágica, para bebés mais crescidos é só servir.

Com robot de cozinha

No copo colocar 
os cereais, a pêra aos pedaços e a água. Programar 12min./100º/vel.colher. Para bebés ainda muito pequeninos triturar 30seg./vel.3,5,7, para bebés mais crescidos é só servir.


Pode-se utilizar leite materno ou leite de fórmula do bebé na confecção da papa. Neste caso deve-se reduzir um pouco na água (para 60-80ml), para ficar uma papa grossa, e ajustar a textura com a quantidade de leite que desejar. Deve-se esperar que a papa arrefeça antes de juntar o leite, seja materno ou de fórmula.




Tão bom, tão bom, tão bom, que a prato ficará assim!


Este prato até teve direito a lambidelas da pequena! (papona...)


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Tropical Overnight Oats [desde os 12 meses]


Vem aí mais calor, outras vez... sou a única a sentir que as últimas semanas têm sido confusas meteorologicamente? Adiante. Dias quentes pedem pequeno-almoços fresquinhos. Já vos tinha apresentado a minha versão de overnight oats aqui (e até mostro passo-a-passo). Desde então tenho feito regularmente, seguindo a mesma linha e usando normalmente cerejas ou morangos (estamos na época deles!).

Ontem resolvi inovar e fazer umas overnight oats com um gostinho tropical, que me levasse àquelas memórias de férias e praia... boa ideia, não? Peguei na minha clássica combinação de manga e côco, que já resultou nuns queques deliciosos (e num semifrio não tão bom) e criei estas pequenas maravilhas, que tornaram a nossa manhã bem mais fresquinha.


Tropical Overnight Oats [desde os 12 meses]
(para 1 porção)



25-30gr (3 colheres de sopa) de flocos de aveia demolhados bem escorridos (preferencialmente demolhados por cerca de 2h)
5gr (1 colher de sobremesa) de côco ralado
5gr (1 colher de sobremesa) de sementes de papoila
1 iogurte natural (pode-se usar grego, ou iogurte vegetal)
1/4-1/3 de manga aos cubos
10gr (1 colher de sobremesa bem cheia) de noz triturada


Sugestão: antes de jantar colocar os flocos de aveia a demolhar em água. Depois de jantar, os flocos estarão prontos para usar.

Num frasco, ou num recipiente hermético, começar por dispor uma colherada de iogurte que cubra o fundo. Colocar os flocos de aveia, o côco, as sementes de papoila e alguns cubos de manga. Cobrir com o restante iogurte, juntar o resto da manga e polvilhar com a noz triturada. Levar ao frigorífico de um dia para o outro.



Estava um pouco céptica, depois da má experiência com o semi-frio. Já começava a perder a fé nesta combinação que sempre me deixou tão bem. Mas foram precisas estas overnight oats, para me fazer acreditar novamente. As miúdas adoraram! A T. nem me deixava ajudar, com medo que lhe roubasse um bocado. A L. só dizia que estava "muito docinho" e "ledicioso" 




Não consegui fotos da L., porque não ela não é propriamente uma morning person, e hoje estava em dia não. Mas garanto-vos que o frasquinho dela ficou vazio e ela ficou mais bem disposta depois de o comer ;)

domingo, 31 de maio de 2015

Overnight Oats com cerejas e amêndoa [desde os 12 meses]


Têm-me pedido muito sugestões de pequenos-almoços e lanches, que, ou se possam levar para a escola dos mais pequenotes, ou que sejam fresquinhos para estes dias de calor, ou simplesmente que sejam diferentes. 

overnight oats é um conceito que já conheço há muitos meses (não arrisco a dizer anos) e que basicamente os flocos de aveia ficam a "cozer" num líquido durante a noite. Apesar de querer, nunca me tinha dado para experimentar, até porque quando me apetecia comer um pequeno-almoço destes, requeria que eu tivesse tido o trabalho no dia anterior, coisa que nunca me lembrara. 

Com o calor e a L. cada vez mais esquisita com os pequenos-almoços, resolvi experimentar.


Estas foram as nossas primeiras overnight oats (acreditem que não há boa tradução possível para o termo). Fiz apenas dois frasquinhos, pois achei que a L. nunca alinharia numa coisa destas. Sempre gostou de provar tudo, mas desde que entrou nos threenagers que tudo é demasiado esquisito para ela provar. Mas, para minha grande surpresa quis. E comeu um frasco inteiro. A T. comeu outro e eu fiquei a ver navios, nem provei!!

Tinha que repetir, para bem da sanidade das minhas papilas gustativas. A L. saiu-se logo com uma grande sugestão: fazer com cerejinhas! Já vos contei que as miúdas andam loucas com cerejas? Não podem ver cerejas em lado nenhum que amarfanham logo um punhado e enfiam na boca assim mesmo! 

Bem, voltando às overnight oats. Ontem pus mãos à obra, e preparei overnight oats para todos, já que o pai também invejou o pequeno-almoço das pequenas. 


Parece, mas nem dá trabalho nenhum preparar quatros pequenos-almoços destes de véspera. De manhã, está tudo pronto a comer, poupa-se tempo e ganha-se em satisfação de tão bom que é! Bom, descaroçar cerejas é o que dá mais trabalho, confesso. Mas podem substituir por outra fruta qualquer, desde que não oxide rapidamente, ou será melhor colocar apenas de manhã antes de comer. E a grande maravilha das overnight oats é mesmo essa: poder personalizar como bem se quiser! 

O princípio básico é sempre o mesmo: flocos de aveia + cereais e/ou sementes (opcional) + líquido e/ou iogurte + fruta + toppings (outras sementes ou frutos secos - opcional). Podem fazer umas overnight oats mais simples, só com flocos de aveia, iogurte e fruta, ou  jacked up com sementes, outros cereais e frutos secos a gosto. Pode-se ainda adoçar, com mel, por exemplo, ou outro tipo de adoçantes a gosto. 


Overnight Oats com cerejas e amêndoa [desde os 12 meses]
(para 1 porção)


25-30gr (3 colheres de sopa) de flocos de aveia demolhados bem escorridos (preferencialmente demolhados por cerca de 2h)
10gr (1 colher de sopa) de gérmen de trigo
5gr (1 colher de sopa) de sementes de chia
1 iogurte natural (pode-se usar grego, ou iogurte vegetal)
1 punhado de cerejas descaroçadas
15gr (1 colher de sopa) de amêndoa ralada

Sugestão: antes de jantar colocar os flocos de aveia a demolhar em água. Depois de jantar, os flocos estarão prontos para usar. 

Num frasco, ou num recipiente hermético, começar por dispor os flocos de aveia.


Juntar o gérmen de trigo e as sementes de chia (convém que as sementes de chia ficam debaixo do líquido, para que se transformem em gel durante o processo).


Juntar o iogurte, cobrindo bem os cereais e as sementes.


Dispor as cerejas.


E terminar com as amêndoas raladas.


Fechar bem, e guardar no frigorífico durante a noite. Ou se preferir ao lanche, pode-se fazer de manhã e guardar no frigorífico durante o dia.


A apreciação da família, deixo para outro post, que este já vai bem longo. 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Bolachas de Quinoa [desde os 12 meses]


Ontem deparei com esta receita de bolachas de quinoa. Pareceram-me tão bem, mas tão bem, que fui a correr fazer! Só tinha um problema: o mel. Não queria pôr mel, e ainda era uma dose considerável. Recorri à querida Patrícia por uma solução e em conjunto concluímos que uma pasta de tâmaras seria uma ótima substituição.

E foi por aí que comecei: fazer pasta de tâmaras.

Pasta de tâmaras

1 chávena de tâmaras
2 chávenas de água

Cozer as tâmaras na água, até esta reduzir para metade, aproximadamente 30 minutos. Triturar com a varinha mágica, ou no robot de cozinha.




Cheguei a este belíssimo resultado, e era vez de passar às bolachas propriamente ditas.

Bolachas de Quinoa [desde os 12 meses]
(para 30-35 bolachas)


1 chávena de miolo de amêndoa triturada (ou farinha de amêndoa)
1 chávena de farinha de quinoa (pulverizei quinoa em grão no robot de cozinha)
1/2 chávena de farinha (pode-se usar farinha integral)
1 colher de chá de fermento
1/2 chávena de pasta de tâmaras
2 colheres de sopa de óleo vegetal, ou azeite, ou óleo de côco (ou qualquer óleo a gosto)


Com robot de cozinha

Pré-aquecer o forno a 180º. Colocar todos os ingredientes no copo e programar 20seg/vel6. Retirar do copo, moldar numa bola amassando. Estender a massa finamente, entre duas folhas de papel vegetal com um rolo da massa e cortar na forma desejada. Levar ao forno por 12 minutos (aproximadamente).


Sem robot de cozinha

Pré-aquecer o forno a 180º. Colocar todos os ingredientes secos, a amêndoa, a farinha de quinoa, a farinha e o fermento, numa taça e envolver até obter uma mistura homogénea. Juntar a pasta de tâmaras e o óleo, e amassar com as mãos, até obter uma bola. Estender a massa finamente, entre duas folhas de papel vegetal com um rolo da massa e cortar na forma desejada. Levar ao forno por 12 minutos (aproximadamente).





Confesso que fiquei reticente, quando a cozinha se inundou com o cheiro da quinoa. Já confessei anteriormente que não sou muito fã do sabor deste cereal e fiquei com receio que as bolachas soubessem demasiado a quinoa. Mas não. São absolutamente deliciosas, e a combinação de sabores é perfeita. 



São um pouco rijas, e não a típica bolacha que se desfaz. Mas a L. simplesmente adorou, não parava de pedir mais bolachas, mais bolachas. A T. teve mais dificuldade em comer, mas comeu, e gostou, claro..



Aqui a mãe, pôs um cadeado no frasco e atirou a chave pela janela, porque não consegui parar de as comer. E só de imaginar o bem que fazem... já viram? Quinoa, amêndoa e tâmaras? Devia ser obrigatório comer uma bolacha destas por dia, só pelas coisas boas que tem!