sábado, 21 de fevereiro de 2015

Bolo para a T. Take #01


A T. está a dias de completar 11 meses. Isso quer dizer que, 7 e7 são 14, com mais 7 são 21, noves fora... pouco mais de um mês para fazer um ano!! (ar de pânico)

Lancei-me ao desafio de fazer um bolo para a T. comer no seu aniversário. Podia fazer um simples pão-de-ló, ou um bolo de iogurte. Mas eu conheço a minha filha, e sei que ela não se vai ficar só por uma migalhinha. E se for comer o que eu imagino que ela vai comer, será uma bomba de açúcar e ovos naquela pequena entranha, que nem quero imaginar. Posto isto, ela terá o seu bolinho, versão baby.

Conheço algumas receitas de bolos que poderia adaptar, e milhentas outras que encontraria pela Internet. Mas não, resolvi tentar uma receita de um livro que estou a ler, que não, não é um livro de receitas (nem tenho muitos, abençoado world wide web). O livro chama-se As Crianças Francesas Não Fazem Birras, da jornalista americana Pamela Druckerman



Um dia reservo um post para vos falar do livro, e sobretudo do contexto em que surge a receita. Para já vou relatar-vos a aparente catástrofe que foi a minha primeira tentativa de fazer um bolo para a T.

Bolo de aniversário para a T. [desde os 9 meses]
(bolo pequeno, 22cm aproximadamente)





(o livro é prescindível, mas recomendo a leitura)
1 banana
1 iogurte natural
1/2 chávena de óleo mal cheia
1 chávena de farinha
1 colher de sopa mal cheia de fermento para bolos

(o que precisei depois)
1/2 chávena de água morna
1 colher de café de aroma de baunilha (mas não obtive o resultado pretendido)

(o que acho que vou precisar na próxima tentativa)
qualquer coisa doce...

Pré-aquecer o forno a 180º. Começar por triturar a banana com varinha, ou no robot de cozinha. Juntar o iogurte, o óleo, a água morna e o aroma de baunilha e mexer - quando misturei a farinha, a massa ficou muito grossa e sem sabor, por isso juntei água morna e o aroma de baunilha; nem sempre a banana substitui o ovo e o açúcar na perfeição. Juntar a farinha e o fermento e misturar até obter uma massa homogénea, sem a trabalhar demasiado.

Untar uma forma com óleo, dispor a massa e levar ao forno por 30-35 minutos.



Bem, não saiu uma perfeição, diga-se de passagem. Provei uma fatia e achei-o pouco doce e com pouco sabor. Quase que parecia um pão com trago a banana. 

Dei a provar à L. e ela disse que era uma delícia. (cara de espanto) Tenho umas quantas teorias quanto à apreciação dela, visto que ela é muito crítica, e quando não gosta, não gosta: 
1. estava a chegar da piscina e estava cheia de fome, qualquer coisa seria maravilhosa;
2. o paladar dela ainda é tão virgem e tão pouco adulterado e viciado por açúcar, que o doce natural da banana para ela é suficiente;
3. ela é mesmo uma querida e quis deixar-me feliz (acho que não tem a noção disto aos 3 anos... tem?)



A T. nem vou comentar. Devorou o bolo como se não houvesse amanhã. Em bem verdade, o bolo é para ela e ela adorou... Mas continuo a achar que podia saber um pouquinho melhor.




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